2 de dezembro de 2013

Resenha: A Culpa é das Estrelas

Título Original: The Fault in Our Stars
Autor: John Green
Páginas: 288
Tradutora: Renata Pettengill
Editora: Intrínseca

A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

A Culpa é das Estrelas é de longe a obra mais famosa do Jonh Green. Não vou mentir: é um livro que eu li apenas porque todo mundo estava lendo e falando super bem. Via bastante coisa sobre o livro na internet e minhas expectativas aumentavam gradativamente, e eu considerava isso bem ruim porque detesto ler qualquer coisa esperando demais (eu sempre me decepciono).

O livro conta a história de Hazel Grace, uma paciente de 16 anos que tem câncer e sabe que pode morrer a qualquer momento. Por esse motivo, sua mãe a obriga a frequentar um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer e logo no primeiro dia conhece Augustus Waters, um garoto bonito e inteligente que já venceu o câncer, mas perdeu uma perna para a doença. 

Como esperado, no decorrer dos dias, eles "descobrem" que estão apaixonados. Juro para vocês que essa é a história de amor mais linda de todos os tempos. Não sei se dá pra entender, mas Hazel e Gus são duas pessoas totalmente diferentes que foram inseridas em mundos muito iguais... Eles passam/passaram pelas mesmas dificuldades e isso gerou a aproximação deles.

Não dá para escolher se você vai ou não vai se ferir neste mundo, meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo. Eu aceito as minhas escolhas.

Essa é uma das minhas leituras favoritas do ano, assim como o livro que eu mais gosto do autor (até agora). É uma história de amor, fé e superação e mexeu muito comigo. Você passa o livro todo achando que vai acontecer uma coisa mas, acredite se quiser, acontece outra coisa totalmente surpreendente. 

Eu tenho uma mania muito feia de ler durante as aulas (espero que minha mãe não leia essa resenha), principalmente quando é de uma matéria que eu não gosto ou está chata de morrer. Acontece que li "A Culpa é das Estrelas" na escola e não aconselho vocês a fazerem o mesmo. Chorei tanto que as pessoas acharam que eu estava passando mal. E o pior: depois que descobriram que estava chorando por causa do livro, vivem dizendo que eu sou esquisita.

Alguns infinitos são maiores que outros… Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter.

Por ter uma linguagem fácil e gostosa, dá pra ler em um dia. Foi o que aconteceu comigo, mas acho que a curiosidade foi o item que contribuiu com mais intensidade. 

Apesar de ser um livro que todo mundo idolatra e de ter criado altas expectativas sobre ele, não me decepcionou nem um pouco. Jonh Green soube me conquistar a cada página com suas personagens bem construídas, enredo impecável e história emocionante. 

Classificação final: 

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