Schwab nunca permitiu que eu duvidasse de sua capacidade. Afinal, há muito tempo a autora já vinha provando sua habilidade na escrita e na criação de histórias capazes de prender o leitor. Durante muito tempo, eu ouvi falar de Vicious e, finalmente, o livro chegou ao Brasil. E chegou com a promessa de ser o novo queridinho dos leitores. E é claro que as expectativas estavam altas.
29 de agosto de 2019
26 de agosto de 2019
Especial | Ryan O'Connell
Quando eu peguei Especial para ler, imaginei que daria de cara com um YA, que é o meu gênero literário preferido — aliás, ainda não sei bem em qual gênero esse livro se encaixa, mas eu arriscaria uma autobiografia com uma pitada de humor —, mas fui deveras surpreendida ao descobrir que, na realidade, o protagonista dessa história é o próprio autor.
24 de agosto de 2019
S. Bernardo | Graciliano Ramos
Eu nunca fui muito fissurada por clássicos, fossem eles nacionais ou internacionais. Tenho que admitir que eu fico com um pouco de preguiça, já que, na maioria das vezes, a linguagem é rebuscada demais para o meu gosto. S. Bernardo, por exemplo, foi lançado lá pela década de 30 e desde então vem ganhando novas edições, como essa de 2019 da Editora Record. Confesso que se eu não tivesse recebido esse livro, provavelmente morreria sem conhecer as memórias de Paulo Honório.
21 de agosto de 2019
Por Que Falamos de Cultura do Estupro?
Quando julgamos e avaliamos crimes, de forma geral, nós ― quando eu digo "nós", me refiro à sociedade como um todo ― sempre condenamos o agressor, afinal, foi uma escolha dele. Porém, caso vocês nunca tenham reparado, essa premissa não é válida quando um homem estupra uma mulher. Obviamente é um crime, também foi escolha do agressor, mas todo mundo sempre arranja um jeito de culpabilizar a vítima: "ah, mas andando sozinha a essa hora da noite, queria o quê?", "usando essa roupa curta também, tava pedindo", "se não tivesse bêbada, não teria acontecido".
18 de agosto de 2019
Daisy Jones & The Six | Taylor Jenkins Reid
Daisy Jones sempre foi uma menina lindíssima e inteligente, chamando atenção desde cedo, mas isso não foi a garantia de ter muitos amigos na escola ou fora dela. Em casa não era diferente, já que os pais nunca deram atenção para a filha, nem percebendo quando a menina saía por aí. Apesar de tudo, a solidão de Daisy formou uma pessoa muito madura e talentosa.
15 de agosto de 2019
A Rainha Aprisionada | Kristen Ciccarelli
A Rainha Aprisionada não vai ser exatamente uma continuação com a nossa conhecida heroína Asha, do primeiro livro, A Caçadora de Dragões. Esse segundo livro começa mais ou menos do ponto onde o outro terminou, mais especificamente alguns meses depois.
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