19 de outubro de 2019

Good Omens | Neil Gaiman & Terry Pratchett

O mundo vai acabar em um sábado. No próximo sábado, para falar a verdade. Pouco antes da hora do jantar. Não há nada que possa ser feito para frustrar o Grande Plano divino. Mas quando uma freira satanista um tanto distraída estraga um esquema de troca de bebês e o pequeno Anticristo acaba sendo entregue ao casal errado, tem início uma série de erros cômicos que podem ameaçar o próprio Armagedom.
Aziraphale é um anjo que atua na Inglaterra e dono de um sebo nas horas vagas. Crowley é um demônio e ex-serpente responsável pela mesma região. Ambos veem nessa confusão uma grande oportunidade, porque os dois, que vivem entre os humanos desde o Princípio, apegaram-se demais ao mundo para desejar a grande batalha entre o Céu e o Inferno.
Em sua jornada para evitar o Armagedom e encontrar o Anticristo, agora um menino de 11 anos vivendo tranquilamente em uma cidadezinha inglesa, eles acabarão trombando com uma jovem ocultista, dona do único livro que prevê com precisão os acontecimentos do fim do mundo, com caçadores de bruxas ainda na ativa e, quem sabe, até com os Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Mas eles terão de ser rápidos. Não é só o tempo que está acabando...

Título Original: Good Omens
Autores: Neil Gaiman & Terry Pratchett
Páginas: 364
Tradução: Fábio Fernandes
Editora: Bertrand Brasil
Livro recebido em parceria com a editora

Acredito que você que está aí lendo já tenha ouvido falar do Neil Gaiman ou então de Good Omens, aquela série da Amazon com o Michael Sheen e o David Tennant (um dos atores mais queridos de todos os tempos)... Certo? Mas hoje estou aqui para falar do livro em que a produção foi inspirada

16 de outubro de 2019

Rosalie Lightning: Memórias Gráficas | Tom Hart


Rosalie Lightning é o belíssimo memorial do cartunista Tom Hart, já indicado ao Prêmio Eisner 2017, sobre a morte prematura de sua pequena filha Rosalie. As ilustrações comoventes atingem em cheio qualquer leitor e nos conduzem na jornada da família de Hart após sua perda. Com a expressão gráfica que representa como ele e sua esposa buscaram sentido na esteira da morte de Rosalie, o autor explora os temas do luto, da desesperança, do renascimento e, por fim, da redescoberta da esperança.
Hart retrata com criatividade o conforto que encontra na natureza, na filosofia, nas grandes obras literárias e na arte de todas as mídias neste tributo expressivamente sincero e amável a sua garotinha. Rosalie Lightning é uma obra-prima gráfica que registra como o amor de um pai nunca há de morrer.

Título Original: Rosalie Lightning: A Graphic Memoir
Autor: Tom Hart
Páginas: 272
Tradução: Érico Assis
Editora: Nemo
Livro recebido em parceria com a editora
Compre aqui

Eu não conhecia o trabalho de Tom Hart até ter contato com Rosalie Lightning, um memorial sobre a filha do autor, que faleceu sem explicação antes mesmo de completar dois anos de idade. O autor concorreu com essa obra ao Prêmio Eisner em 2017. Além disso, é Best Seller #1 do The New York Times. Tudo, certamente, muito merecido, na minha opinião. Semanas depois de ter finalizado esse livro, ainda sinto dificuldades de falar sobre ele. Ainda sinto que invadi a cabeça e o coração de Hart, de certa forma, de tão pessoal e dolorosa que é essa história.

14 de outubro de 2019

Promoção: Daqui Pra Baixo


Daqui Para Baixo foi o nono livro enviado no Clube Intrínsecos, o clube de leitura da Editora Intrínseca — você pode saber mais sobre ele e assinar clicando aqui. A minha experiência com a obra de Jason Reynolds foi formidável, diferente. É um livro tão espetacular que a Intrínseca bolou uma ação super divertida, onde nós, parceiros, perdemos um exemplar para divulgar essa história por aí. Eu particularmente gostaria pode presentar cada um de vocês com uma edição de Daqui Para Baixo, mas como não tenho condições, em parceria com a Intrínseca, vou sortear um para alguém muito sortudo. Para participar é só preencher o formulário seguindo as regrinhas! 

12 de outubro de 2019

Contato de Emergência | Mary H. K. Choi


Eles mal se conhecem. São apenas dois jovens trocando mensagens de texto.
Mas cada palavra vai mudar suas vidas para sempre.
Essa é a história de Penny e Sam.
Ela tem dezoito anos e acabou de sair de casa rumo à universidade. Longe da mãe expansiva e do namorado sem graça, vai finalmente se dedicar ao sonho de ser escritora. Só não contava que essa nova vida traria também novos obstáculos: pessoas, o maior pesadelo de qualquer introvertido.
Ele, por sua vez, está perdido na vida. Em todos os níveis. Aos vinte e um anos, os poucos dólares na conta, a mãe alcoólatra e a ex-namorada complicada não o ajudam a se manter são. Só lhe resta fazer os doces mais mirabolantes para o café onde trabalha (e mora), concluir sua faculdade a distância e tentar (sem muito sucesso) não surtar.
Por um acaso do destino, eles passam a trocar mensagens de texto inofensivas. Mas o que começa como um simples contato de emergência salvo no celular se torna a conexão mais importante da vida deles.
Aos poucos, esses jovens introvertidos e problemáticos se tornam dois amigos dividindo angústias, sonhos, piadas e inspirações. Duas pessoas que quase nunca se veem, mas que estão juntas o tempo inteiro. Dois solitários que, finalmente, não estão mais sozinhos.
Com perspicácia, humor e grande sensibilidade, a estreante Mary H.K. Choi traça o retrato de uma geração cujos relacionamentos se entrelaçam à evolução tecnológica. Uma história capaz de causar nos leitores o frio na barriga que só as melhores comédias românticas podem proporcionar.

Título Original: Emergency Contact
Autora: Mary H. K. Choi
Páginas: 336
Tradução: Ana Rodrigues
Editora: Intrínseca
Livro recebido em parceria com a editora

Pode parecer extremamente injusto, mas verdade seja dita: capas são portas de entrada para os livros. Geralmente é a primeira coisa que nós, leitores compulsivos, reparamos quando escolhemos algum. Nos apaixonamos pelas capas antes mesmo de conhecermos um pouquinho sobre a história. É basicamente um amor à primeira vista. Mas enfim, escrevi tudo isso só para admitir que, num primeiro momento, só peguei Contato de Emergência por causa da capa. Obviamente a felicidade ficou completa quando li a sinopse e descobri que o enredo é justamente do tipo que eu gosto, com uma produção digna de filmes da Sessão da Tarde.
 
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